A degradação ambiental é uma das principais preocupações do novo século, pois a destruição do meio ambiente resulta em vários problemas como mudanças climáticas, aquecimento global, extinção de espécies vegetais e animais entre outros fenômenos.
O sinônimo de degradar é destruir, dessa forma quando usamos a expressão degradação ambiental estamos falando sobre destruição. Trata-se de um processo de desgaste, estrago ou devastação do meio ambiente ou de um habitat. Os processos de degradação do meio ambiente se caracterizam por causar mudanças biofísicas do meio culminando em alterações da flora e da fauna.
Em grande parte dos casos a degradação está ligada a poluição que é de responsabilidade do homem. Isso não impede que a própria natureza através de meios naturais cause alterações em ecossistemas.
Degradação Ambiental e Perda de Biodiversidade
Uma das consequências mais terríveis da degradação ambiental é a perda de biodiversidade. Quando os ambientes são destruídos as espécies perdem os seus habitats e assim acabam perecendo. Muitas espécies animais estão desaparecendo porque não tem o seu bioma para se alimentar e reproduzir.
Espécies vegetais também desaparecem devido a problemas ambientais criados pelo homem como a poluição, por exemplo. Quando um ambiente passa por alterações biofísicas deixa de oferecer as condições necessárias para as espécies que nasceram e se estabeleceram por lá.
O homem pode fazer a sua parte não poluindo o meio ambiente, pois por mais que seja possível ocorrer a degradação ambiental por meios naturais o homem contribui e muito para esses processos. As consequências dessa destruição sem fim são bastante ameaçadoras para a humanidade e para o planeta.
Assista o vídeo abaixo:
Causas da degradação ambiental:poluição (ar, água e solo), desmatamento/queimadas, caça e captura de animais silvestres entre outros.
Consequências da degradação ambiental: mudanças climáticas, pandemias, perda da capacidade de sustentação da vida no planeta.
Motivadores da degradação ambiental:geração do lucro (dinheiro) utilizando métodos e tecnologias baratas, atrasadas e não convencionais (poluidoras e/ou descontroladas).
Agentes da degradação ambiental: Mineradoras, madeireiras, urbanização, pecuária, agricultura, industrialização, aumento populacional, falta de políticas públicas e consumismo. Observe que muitas destas atividades são essenciais para o homem, porém devem ser feitas com controle (regras ambientais), de forma inteligente (tecnologias e métodos atenuadores dos impactos ambientais) e com participação da população (educada e consciente).
Desta forma, podemos dizer que a degradação ambiental é o conjunto de sucessivos impactos ambientais que ocorrem em um determinado habitat, ecossistema ou bioma. A degradação ambiental refere-se ao processo de deterioração ou empobrecimento das condições naturais do ambiente devido a atividades humanas ou eventos naturais. Quando esses impactos ocorrem repetidamente e ao longo do tempo, podem levar à degradação ambiental, resultando em alterações negativas e permanentes nas características e na funcionalidade de um ecossistema.
As aulas postadas aqui são complementos ou introduções do conteúdo de geografia elaborados para apoiar as aulas presenciais, híbridas ou remotas. Apoiar-se unicamente neste material, é assumir que o mesmo está incompleto e necessita do aprofundamento tanto do professor (explicar, complementar e orientar), quanto do aluno (ler, pesquisar, indagar o professor, seguir as instruções e materiais complementares desta aula, enviadas pelo professor).
Com grande extensão territorial e variação climática, o Brasil abriga vários tipos de vegetação, com destaque para a Caatinga, Campos, Cerrado, Floresta Amazônica, Mangues, Mata Atlântica, Mata de Araucária, Mata de Cocais e Pantanal.
Distribuição da vegetação no Brasil.
Floresta Amazônica: é a maior floresta equatorial do mundo, além de apresentar a maior biodiversidade. Ela ocupa cerca de 42% do território nacional, estando presente na Região Norte e nos estados de Mato Grosso e Maranhão, além de outros países da América do Sul. Predominam as espécies de folhas largas, comuns em regiões de clima equatorial, quente e úmido. É muito grande a quantidade de espécies de animais, mas podemos destacar o jacaré, a jiboia, macacos, jabuti, etc.
Floresta Amazônica
Mata Atlântica: é um dos biomas mais ricos do mundo em espécies da fauna e da flora. Sua vegetação é bem diversificada, apresentando árvores de grande porte com folhas largas. As atividades humanas reduziram drasticamente a área original da Mata Atlântica, que é considerada um dos biomas mais ameaçados do planeta.
Mata Atlântica
Mata de Cocais: ocupando áreas dos estados do Maranhão, Piauí e Tocantins, esse bioma é considerado uma zona de transição entre a Amazônia e o Sertão Nordestino. A vegetação é formada por palmeiras, com predominância do babaçu e da carnaúba, além do buriti e oiticica.
Mata de Cocais
Mata de Araucária: é uma vegetação típica de regiões de clima subtropical. No Brasil, ela pode ser encontrada nos estados da Região Sul e em São Paulo. Sua vegetação é formada por árvores aciculifoliadas, com folhas em forma de agulha. A espécie dominante é a Araucaria angustifolia, nome científico do pinheiro-do-paraná.
Mata de Araucária
Campos (pampas): esse tipo de vegetação ocupa áreas descontínuas no país, sendo mais comum na Região Sul, em especial no estado do Rio Grande do Sul. A vegetação dos Campos é formada por herbáceas, gramíneas e pequenos arbustos.
Campos (pampas)
Cerrado: considerado o segundo maior bioma do Brasil, o Cerrado está presente em diferentes estados brasileiros, sendo predominante na Região Centro-Oeste. Entre as características marcantes desse tipo de vegetação estão as árvores com caule tortuosos e o solo com poucos nutrientes. A fauna é representada pelo tamanduá-bandeira, lobo-guará, tatu-bola, veado, entre outras espécies.
Cerrado
Caatinga: ocupando uma área de aproximadamente 800 mil quilômetros quadrados, a Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro. Ela é típica das regiões semiáridas, podendo ser encontrada nos estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Piauí e Minas Gerais. A vegetação é marcada por plantas xerófilas, adaptadas ao clima seco e a pouca disponibilidade de água. A fauna é representada por répteis, roedores, arara-azul, asa-branca, cutia, etc.
Caatinga
Pantanal: esse bioma é considerado uma das maiores planícies inundáveis do mundo. O Pantanal está presente nos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, além de territórios do Paraguai e Bolívia. Abriga mais de 3.500 espécies de plantas e vários animais: jacaré, capivara, tucano, onça, macacos, etc.
Pantanal
Manguezal: encontrado em diferentes áreas litorâneas, onde deságuam os rios, esse bioma é caracterizado por ser uma área alagada de fundo lodoso e salobro. Os principais animais dos mangues são o caranguejo e a ostra.
Manguezal
Assista o vídeo abaixo e aprenda mais um pouco neste resumo sobre nossa flora diversificada (campos, florestas e outros):
RESUMO
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE
As aulas postadas aqui são complementos ou introduções do conteúdo de geografia elaborados para apoiar as aulas presenciais, híbridas ou remotas. Apoiar-se unicamente neste material, é assumir que o mesmo está incompleto e necessita do aprofundamento tanto do professor (explicar, complementar e orientar), quanto do aluno (ler, pesquisar, indagar o professor, seguir as instruções e materiais complementares desta aula, enviadas pelo professor).
A Região Centro-Oeste do Brasil possui uma área de 1.606.399.509 km² e que corresponde a 18,86 % do território nacional.
Apesar de ser a segunda maior região do país em extensão territorial, é a segunda menos populosa. Entre as cinco regiões é a única não banhada pelo mar.
Faz fronteira com dois países sul americanos, Bolívia e Paraguai. Sua posição central é a única que permite ligação de fronteira com todas as outras regiões brasileiras.
Ela abriga a capital do país, Brasília, centro das decisões políticas. Possui a maior planície úmida do mundo, o Pantanal Mato-grossense.
Os três estados da Região Centro-Oeste e suas capitais são:
Mato Grosso (MT) - Cuiabá
Mato Grosso do Sul (MS) - Campo Grande
Goiás (GO) - Goiânia
E o Distrito Federal (DF) - Brasília.
Veja abaixo no vídeo (vídeo 01) um pequeno resumo da região:
VÍDEO 01
Um problema ambiental grave que acontece nessa região é a queimada. No próximo vídeo (vídeo 02) temos uma dimensão dos danos causados pelas queimadas do cerrado (savana brasileira).
É importante entender antes de assistir a reportagem abaixo, é que as queimadas são realizadas para a prática da atividade agropecuária e ocorrem com frequência no Cerrado, esse é um ato que gera poucos custos para o preparo inicial do solo. Outra forma de queimadas nesse bioma são os tocos de cigarros jogados na mata: temperaturas elevadas, o tempo seco e a baixa umidade relativa do ar da região Centro-Oeste entre os meses de junho e setembro, contribuem para o surgimento do fogo. Naturalmente é uma vegetação propensa a esse fenômeno natural, porém a ação humana, seja por descuido ou para fins econômicos (criar rapidamente novas áreas de pasto e de plantio), aceleram e intensificam as queimadas além do que seria o natural.
VÍDEO 02
Esta questão ambiental é mais um colaborador para a intensificação do EFEITO ESTUFA e consequentemente para as mudanças climáticas que observamos hoje no planeta.
OBSERVAÇÃO: Para que vocês possa ter noção do que está acontecendo este ano (2021), só em agosto deste ano foram 15.043 focos de incêndio, crescimento de 48% em relação ao mês de agosto do ano passado e o maior valor deste de 2014. Até quando vamos permitir isso?
Além do cerrado, outro bioma bastante ameaçado na região Centro-Oeste é o Pantanal. Encontra-se no Sul do Mato Grosso e no Noroeste do Mato Grosso do Sul. Estende-se para o norte do Paraguai e leste da Bolívia.
A seguir, leia com atenção a lousa abaixo:
Para os estudantes que gostariam de se aprofundar sobre as ameaças ao Pantanal, click no link abaixo:
As aulas postadas aqui são complementos ou introduções do conteúdo de geografia elaborados para apoiar as aulas presenciais, híbridas ou remotas. Apoiar-se unicamente neste material, é assumir que o mesmo está incompleto e necessita do aprofundamento tanto do professor (explicar, complementar e orientar), quanto do aluno (ler, pesquisar, indagar o professor, seguir as instruções e materiais complementares desta aula, enviadas pelo professor).
A economia da Região Sul do Brasil é distribuída nos setores de agropecuária, extrativismo, indústria, comércio e serviços.
A região é responsável por 16,2% do PIB (Produto Interno Bruto Nacional).
No Sul, a economia evoluiu de uma matriz totalmente agrícola para a diversificação industrial, sendo que ambas são as principais fontes de renda da população.
A região Sul é formada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Página 231 do livro didático de Geografia.
Turismo na Região Sul
O elo cultural impulsiona o setor do turismo, marcado pela
oferta de cafés coloniais, especialmente na Serra Gaúcha. A baixas temperaturas
no inverno atraem turistas do Brasil todo, muitas vezes em busca da neve que ocorre
esporadicamente na Serra Gaúcha
As belezas naturais são os principais atrativos de turistas
ao Sul. A costa é rica em praias, mesmo com o clima mais ameno em comparação
com as localizadas no restante do País.
O relevo peculiar, com serras, cânions e formações diversas,
também é um importante atrativo. Ficam no Paraná as Cataratas do Iguaçu, um
conjunto de 273 quedas d'água, localizadas na cidade de Foz do Iguaçu.
Turismo: Cataratas do Iguaçu - PR
Turismo: Neve na Serra Gaúcha - RS
Turismo: Cânion Monte Negro - RS
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE
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